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Conselho sugere ações para aumentar acessibilidade da Câmara

por Anete Lacerda publicado 03/12/2019 14h55, última modificação 03/12/2019 15h09

 

 

Representantes do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência – COMDPEDE, se reuniram com o presidente da Câmara de Cachoeiro, Alexon Soares Cipriano (PROS) na manhã desta terça-feira (03) para apresentar sugestões de acessibilidade  ao Legislativo cachoeirense, entre eles a instalação de um elevador a partir da Praça Jerônimo Monteiro, bem como a construção de uma rampa, assuntos que já estão sendo avaliados pelos vereadores cachoeirenses. Outros assuntos relacionados às pessoas foram apresentados e serão avaliados pelos vereadores.

 

José Antônio Souto Siqueira, representante do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Pedro Reis no COMDPEDE, diz que a preocupação com a acessibilidade ao prédio da Câmara é uma antiga preocupação, e que as discussões já foram iniciadas várias vezes e interrompidas, mas que espera que agora as coisas finalmente fluam. “ Todo gestor público deveria se preocupar em discutir com as pessoas com deficiência e outros segmentos a questão da acessibilidade. Nada sobre nós sem nós. Precisamos ser ouvidos. Isso é um exercício político que precisa ser exercitado e respeitado”.


Ronilson Barbosa,  da Federação das Associações de Moradores e Movimentos Populares = Fammopoci, destaca que a Câmara é um espaço público  importante e que a acessibilidade é um direito. “ Saio daqui muito animado. Essa discussão é um exercício republicano. Estamos lutando por esse direito  há vários anos”.

 

Mônica Pitanga, representante do Projeto Mova-se no Conselho, ressaltou sua satisfação em poder discutir um problema tão antigo e ver que ele tem solução. “ O Mova-se nasceu com a proposta de unir forças em torno da acessibilidade e da  inclusão. Importante sermos ouvidos e unirmos forças”.

 

Alexon Soares Cipriano apresentou as alternativas que já estão sendo buscadas pela Câmara, mas externou o compromisso da Casa de Leis cachoeirense em resolver esse sério problema de acessibilidade. “ Já temos discutido esse assunto, mas entendo que nenhuma obra pública pode ser feita sem ouvir todos os interessados. Por isso dialogar com os órgãos de controle social e segmentos organizados é fundamental. Estamos prontos a  contribuir para solução desse problema.”